MestrePensamento Lateral100 XP

O homem acusado de ordenar o assassinato em Paris é o mesmo que, dezenove dias depois, assassinou o presidente. A investigação governamental atribui ambos os atos a esse único indivíduo. Mas considere: se o assassinato em Paris foi ordenado pelo próprio presidente — e não pelo seu chefe de inteligência — então atribuí-lo ao chefe de inteligência depois que ambos os homens estiverem mortos serve a um propósito institucional específico. Qual é esse propósito, e por que a agência de inteligência sucessora teria um motivo poderoso para atribuir o assassinato ao chefe de inteligência em vez de ao presidente?